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domingo, 2 de maio de 2021

Um preso, um cassado e outro sendo investigado: como estão os homens que quebraram a placa de Marielle em 2021

Foto Reprodução Web

Você que olha os bolsonaristas e acha que eles tem alguma deficiência de caráter, retardo mental ou coisa do tipo, sinto te dizer que você está errado(a), o bolsonarismo é um método, lembra daquele valentão da escola que humilha e bate nos mais fracos e que na frente da direção da escola ou professores é uma pessoa simpática e "do bem", pois é, se assemelha ao bolsonarismo, que usa do medo,da intimidação, do crime em nome de Deus, pessoas que julga que para ser honesto, família e de Deus você precisa de uma arma e oprimir o povo, o negro, o gay...

Esse é o reflexo dos três homens que aparecem na imagem acima, responsáveis por quebrar a placa em homenagem a Marielle Franco, eram honestos, terrivelmente evangélicos e héteros, porém hoje, estão passando por momentos difíceis em 2021.

O primeiro deles, o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) se tornou réu por ameaçar ministros do Supremo Tribunal Federal e defender o AI-5, ato mais repressivo da ditadura militar e que é crime, mas o deputado vendo ele e seu clã sendo desmascarado clamava pela violência, opressão, morte dos Taís comunas, esquerdalhas...

Ele foi preso em flagrante por determinação do ministro Alexandre de Moraes em fevereiro, por crime inafiançável. O deputado bolsonarista divulgou um vídeo nas redes sociais com um discurso de ódio e ameaças graves à Corte.

Já o homem que aparece com a placa quebrada em suas mãos, o deputado estadual Rodrigo Amorim, do PSL, é alvo de uma ação por improbidade administrativa que tramita na Justiça. Ele é suspeito de ter sido funcionário fantasma da Prefeitura de Mesquita, na Baixada Fluminense.

Segundo a acusação, Amorim passou pelas subsecretarias de Governo e de Planejamento – sem jamais ter trabalhado por lá e recebendo um total de R$ 82.105, entre abril de 2014 e março de 2016.

Por último, Wilson Witzel, do PSC, acaba de ter seu processo de impeachment aprovado por unanimidade pelo Tribunal Especial Misto. Foram dez votos em favor da cassação do mandato, ele era honesto, de direita, terrivelmente evangélicos e hétero.

Com isso, Witzel perde imediatamente o cargo no governo do Rio, sendo o primeiro governador a sofrer impeachment desde a redemocratização.

Ser de direita e ainda bolsonaristas é prenúncio de problemas, todos, sem exceção são pessoas que cedo ou tarde se metem em "coisa errada", são violentos e querem matar as pessoas simplesmente por serem negros, gays, pobres, de esquerda ou sabe-se lá por quais motivos mais, são pessoas que para conseguir oque querem são capazes de coisas que até Deus dúvida que um ser humano seria capaz de fazer.

Att; Antônio Ferrero
Redes sociais; @opinatoriotv

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